Unipark
De 7 a 8 festas/mês para uma média projetada de 25 festas/mês.
A virada veio quando a comunicação parou de vender “buffet infantil genérico” e passou a vender momentos claros: aniversário com menos dor de cabeça para os pais, parque como experiência de fim de semana e campanhas específicas para datas de alta intenção.
A gestão também saiu do escuro: festas, visitas, WhatsApp, campanhas e faturamento passaram a ser lidos juntos. O resultado foi uma operação menos dependente de indicação e mais previsível mês a mês.
Antes e depois
Antes
- Volume baixo de festas fechadas.
- Campanhas sem separação clara por objetivo.
- WhatsApp recebia interesse, mas follow-up era inconsistente.
- Parque dependia demais de movimento orgânico e fim de semana bom.
Depois
- Calendário comercial por datas e férias.
- Campanhas separadas para festas, parque e reativação.
- Leads tratados por intenção, não tudo no mesmo balaio.
- Receita mais previsível com leitura semanal.
Cases comerciais para validação